Ergonomia

É o conjunto de conhecimentos sobre o homem e seu trabalho, fundamentais para o planejamento de tarefas, postos e ambientes de trabalho, ferramentas e máquinas cuja finalidade é garantir o máximo de conforto, segurança e eficiência. Os casos mais comuns de problemas ergonômicos são:

Esforço físico intenso

  • Levantamento constante de peso;
  • Acionamento frequente dos músculos;
  • Movimentação ininterrupta.

O esforço pode causar fadiga progressiva, levando a problemas crônicos de saúde como enfraquecimento muscular e alterações articulares.

Exigência de postura inadequada

Conforme o serviço a ser executado, poderá surgir posição inadequada para o corpo, como trabalhar constantemente em pé, parado ou com pouca movimentação, trabalhar constantemente sentado em móveis sem regulagem, dobrar o corpo de maneira excessiva. A postura inadequada pode causar desvios na coluna vertebral, distensões, luxações, câimbras, deformações musculares etc.

Imposição de ritmos excessivos

Está relacionada à velocidade do trabalho, exigindo rapidez do trabalhador. Este, então, fica com tendência de “mecanizar” seus atos, causando respostas inadequadas de vício de procedimento. Reside aí uma grande chance do trabalhador causar acidentes.

Trabalho em turno e noturno

O revezamento de turnos causa descontrole do relógio biológico da pessoa, ou seja, faz com que o funcionamento do organismo seja alterado frequentemente causando insônia, má digestão, sono em horas impróprias. O trabalho exclusivamente noturno tem menos efeito, porém, altera o ritmo normal do organismo.

Jornadas de trabalho prolongadas

Excesso de horas extras ocasiona fadiga crônica no trabalhador, podendo surgir doenças diversas devido ao desgaste orgânico.

Monotonia e repetitividade

Processos, como montagens em série, tendem a causar monotonia, desestimulando o cérebro e causando processos psicológicos de adversidade e irritação quanto ao ambiente. Possível desencadeamento de doenças orgânicas e riscos de acidentes.

Outras situações causadoras de estresse físico e/ou psíquico:

  • Iluminação inadequada;
  • Ruído perturbador;
  • Odores incômodos;
  • Poluentes;
  • Comunicação visual descontrolada;
  • Trabalho em ambientes confinados.

Cabe à empresa juntamente com os serviços especializados em segurança e medicina do trabalho avaliar e administrar as atividades, rotinas e condições dos setores a fim de gerenciar e controlar os riscos ergonômicos e suas consequências sobre os trabalhadores.

Cleber Eduardo Sandins Serra
Engenheiro Ambiental Pós-graduado em segurança do trabalho da empresa Diler Assessoria e Consultoria em Medicina Ocupacional -.
Tel. 11.3262.0932
Site: www.dilermed.com.br
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