Índice Nacional de Preços da Motelaria

Relatório apresenta variação de preços do segmento, bem como média de valor das suítes

Para muitos, 2016 foi daqueles anos para se esquecer. Entre os moteleiros, por exemplo, é consenso que o aumento de custos nos variados serviços do dia a dia fez com que os clientes destinassem seu dinheiro àquilo que consideravam prioridade. Em contrapartida, a motelaria se viu obrigada a congelar – e muitas vezes diminuir – os preços em suas tabelas para sustentar o movimento.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) encerrou 2016 em baixa: 6,28%. O mesmo aconteceu com o Índice Geral de Preços do Mercado (IGPM), que fechou em 7,19%. Em 2015, esses indicadores encerraram em 10,67% e 10,54%, respectivamente. Já na motelaria, a média de reajuste em 2016 foi de 4,57% – também em queda, comparada a 2015, cuja média foi de 5,51%.

Para Elza Bezerra, administradora da rede Playtime, do Distrito Federal, 2016 foi um ano atípico. “Houve muita instabilidade, sem crescimento real. Aqui, nós tivemos uma queda de 15%, diferente de 2015, onde o ganho foi de 12,5%”, avalia. Na rede PH, da região Sul, também houve baixa. “Quando falamos em número de clientes, tivemos uma queda significativa no último ano”, conta o proprietário Luis Eduardo Stedile.

Embora tenha um cenário incerto diante de si, Stedile se mostra otimista: “Vamos investir na reforma de nossas suítes e na implementação de novos serviços. Os preços serão corrigidos, independente da crise – e sugiro que os colegas façam o mesmo. Precisamos mostrar a evolução dos motéis, uma nova imagem e, assim, conquistarmos novos consumidores”. O clima positivo também está presente na rede Playtime. “Temos um público exigente, parar de investir nunca!”, garante Elza.

Para identificar a variação de preços da motelaria no último ano, apresentamos a edição 2016 do Índice Nacional de Preços da Motelaria (INPM), idealizado pelo Guia de Motéis. O índice, que existe desde 2014, reúne as médias de valores das suítes mais baratas e das mais caras nas principais capitais do país, além da variação de preços no período. Confira o resultad:

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