Perspectivas para o setor em 2020

Ferramenta importante para os moteleiros, o Índice Nacional de Preços da Motelaria mostra quais capitais tiveram, na média, as suítes mais caras e as mais baratas e a variação de preços no ano anterior em diversas regiões do Brasil

Por Leila Vieira

 

Em 2019, o time de especialistas do Guia de Motéis colheu em uma base de mais de mil motéis cadastrados, dados que irão nortear o setor e ajudar moteleiros de todo o Brasil a definir as melhores estratégias de mercado para 2020. O resultado de todo esse trabalho, divulgado anualmente, já está disponível. Com o INPM, você consegue saber a variação média de preços de cada estado, além dos menores e maiores valores praticados, em média, pelos motéis.

No total, 1.117 motéis de estados como Distrito Federal, São Paulo e Rio de Janeiro e nas cidades de Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Florianópolis, Goiânia, Porto Alegre, Recife, Salvador e Vitória participaram do levantamento do Índice, divulgado desde 2015. A pesquisa apontou que, pelo segundo ano consecutivo, Florianópolis foi a capital com maior média de preços das suítes mais caras do País, seguida por Goiânia e Distrito Federal, com médias de R$ 309, R$ 288 e R$ 266, respectivamente. Já a média de preço das suítes mais baratas ficou para Goiânia e região (R$ 38).

Na região nordeste, duas cidades possuem suítes com as menores tarifas: Fortaleza e Recife tiveram média de R$ 44 e R$ 51, respectivamente. No Rio de Janeiro, cada região possui uma média de preço: a zona sul apresentou a média mais elevada (R$ 483) e a região da Baixada Fluminense, a menor média (R$ 59). São Paulo foi o estado onde mais motéis participaram da pesquisa (354) enquanto, em Vitória (ES), 27 motéis integraram o levantamento.

 

A pesquisa, de abrangência nacional, reflete a realidade do setor moteleiro, o que permite aos gerentes e proprietários de motéis acompanhar e saber se os preços que praticam atualmente estão dentro da realidade em sua região.

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